A Gaveta
Acordei e me despi aos costumes da manhã, batalhando contra entulhos de roupas pelo chão.
A sola do pé transpirava o temor de pisar mais alguma ponta perdida, mas erguida, na montanhosa zona que engolia meu quarto.
Nada mais fazia sentido naquele lugar que tudo guardava mas não devolvia. As funcoes foram perdidas, amassadas, esquecidas. Cada meia, cada lapis, cada presilha, que entao nao mais se tratava de cada, mas sim, o todo.
Aqui nao fazemos gavetas, sabe, as pequenas caixinhas que determinam vontades, afazeres, propositos a cada peca, semente, folha, ursinho, botao.
Aqui nada tem seu nome tudo ja é tudo desde que inicia. Temo em recitar os individuais, por mais facil que se faca viver, mas temo, pois auqi somos so montante.
Quando tinhamos gavetas, ate memorias eram estacadas, determinadas, eternizadas. Aquele espaco escolhido para color-te nomeava seu destino, trilhava sua vida util daqui para frente.
Gavteas de madeiras, gavetas de vridro, gavetas de plastico, gavetas de mentira, gavetas meio tortas, mas todas gavetas, algumas esquecidas, outras mais lembradas, umas mais simples e outras mais arruadas, algumas sensiveis, algumas ate trancadas, algumas mofadas, algumas manchadas, mas toodas gavteas.
Que felicidade em ter conhecido as gavetas posse lhe dizer. Que felicidade. O qeur seria de mim sem haver algum dia pertecido ao mundo das catgoriss, das formas, dos lugares, dos segredos, dos caixotes, dos caixoes. Aqui onde tudo e tudo, e tudo pode ser tudo, nem rpecisp terminar de recitar que tudo e sempre alheio, tudo ;e sempre nad,a tudo ;e’semrpe preto, tudo é sempre branco, tudo e sempre tudo, por isso tudo eh sempre anda.
Onda ha gavetas, por mais minima que seja seu inteior, seu contuedo, seu amterial, ali, intencionalimente uma alma designou um futuro, uma razao, um proposito. Aqui, sem gavetas, tudo e tudo, e por isso, tudo e nada